Chega em um momento da vida, ou varios momentos dela, vc percebe que as coisas não vão ser do jeito que você planeja.
As coisas não funcionam como deveriam funcionar e as atitudes nem sempre são as mais correspondentes ao que se deve (ou deveria) agir.
As vezes eu me porto como um ser totalmente irracional. Não pelo motivo de juizo perfeito, ou açoes momentaneas, mas pelo fato de não agir da forma que deveria agir um ser pensante de 18 anos com uma educação que diz pra se portar perante as coisas. Eu acredito que figir da realidade, ignorar os sentimentos dos outros e até os meu em si seja a forma mais "humilde" que eu possuo de ação. Um humildade que so presa os sentimentos meus e não de mais ninguem.
É mais facil se esconder numa mascara a ter que olhar o mundo
Sugestivo foi que inventou essa mascara que me acompanha
Que força as coisas a serem como devem ser
Não há respostas que devam existir, talvez redemuinhos
Que fazem minha cabeça girar
Não há razoes pra que eu possa sorir, quando ninguem me entende
Ou não existe razoes em viver
Talvez eu seja a culpada de tudo
Talvez a culpa seja so minha
A culpa que cai nas nossas cabeças
Fui eu que não soube agir
E eu fujo porque é mais facil fugir
A ter que saber que um dia eu poderia ter feito algo de bom
E eu tento acreditar que não fui eu
Que cavei meu proprio poço
Minha propria magoa agora sobrevive
E acredito que fugir disso tudo seja a melhor solução.
Talvez eu durma por umas 12 horas
Ou acorde agora pra tentar solucionar essa dor
A dor de uma feria incuravel
A faca que eu mesma cravei em meu peito
Inevitavel foi esses momentos
Que talvez eu prefire não esquecer
Acreditando que a vida no mesmo caminho se escondeu
E o que eu fiz pra causar tanta perda
São minhas mãos que so sabem destruir
Ou a minha boca amarga tanto assim?
Essa aparencia de odio que engana
Essas lagrimas que jamais cairão
Sabendo que não foi seu erro
Apenas a minha infantilidade em questão.
Eu apagarei esses momentos felizes
Porque não posso acreditar que eles poderiam para sempre existir
Jamais diaga nunca... jamais...
